Autor: José Rui

Mário Venda Nova

Mário Venda Nova

Nasceu em 1968, no Porto, onde reside e trabalha. É fotógrafo desde 1991, com algumas interrupções entre 2000 e 2006 quando tirou um curso de artes plásticas.

Tem estado sempre ligado à fotografia, do lado da produção ou do lado da curadoria, de forma consistente desde 2000. Em 2009 desenvolveu um trabalho de comissariado/curadoria numa galeria no porto onde foi responsável pela programação desde Setembro de 2009 até Junho de 2012.
Escreveu na revista portuguesa ”Fotodigital” uma série de artigos de opinião sobre a fotografia, durante o período de Fevereiro a Dezembro de 2008. Em 2009 escreveu o texto introdutório para o livro ”Entre Reportagens” do fotógrafo Fernando Guerra.

É um lobo solitário — sempre na procura do compromisso entre a mais pura solidão e o acto de comunicar com os outros — mais à vontade entre a solidão das ruas desertas de uma cidade ou nas mais cerradas florestas, Mário Venda Nova é um fotógrafo da angústia dos nossos dias, da tristeza e da solidão dos grandes espaços. É mais fácil encontrá-lo numa serra ou numa cidade deserta do que num evento social, onde está pouco à vontade. Fã do silêncio e da solidão.

Sente-se confortável em qualquer suporte e é um mestre da impressão digital, utiliza máquinas low-fi — Lomo Holga, compactas dos anos ’80, Polaroid e Pinhole, e a mais recente tecnologia digital. Fotografa em toda a luz em todo o lugar a toda a hora.

Em 2011 fundou o Colectivo Phos.

Exposição

5

Links de interesse

Página do autor
Colectivo Phos

Uma excelente livraria

Livraria Mundo Fantasma

O Facebook tem um sistema de classificação de páginas por estrelas que apesar de teoricamente poder ser um bom indicador, na verdade é absolutamente permeável à manipulação. A esperança nestas coisas sociais é que do elevado número surja a verdade. Isso em si é logo um problema, muitas coisas têm apenas um pequeno número de pessoas que manifestaram a sua opinião. Uma página com apenas uma crítica de cinco estrelas — provavelmente do seu dono —, diz muito pouco. Igualmente uma página com um pequeno número de cinco estrelas e duas críticas de uma estrela — provavelmente do ex-amigo, ou de um ou dois sacanitas que acordaram mal dispostos —, também diz muito pouco.
Um método que acaba por resolver um pouco as desvantagens do sistema de estrelas é quando acompanhado de um pequeno testemunho escrito, assim toda a gente fica a saber qual é realmente a causa dessas estrelas solitárias, pode até haver uma razão relevante (XKCD). Outra solução é mudar de estrelas para um “gosto/não gosto”, como fez o YouTube.
O que nos leva à nossa página no Facebook. Temos 499 críticas, um número razoável de onde pode emergir alguma verdade, mas não escapamos a 11 críticas de uma estrela e a sete de duas estrelas, com as quais não nos vamos preocupar porque “provavelmente são dos ex-amigos, ou de uns sacanitas que acordaram mal dispostos”. Mas temos 29 três estrelas e 73 quatro estrelas. Destes amigos e clientes gostaríamos de ouvir onde podemos melhorar e quais foram as coisas que não correram exactamente como o desejado.
Segundo o site XKCD apesar disto tudo, ou talvez por isso, somos considerados como uma excelente livraria. Obrigado a todos!