Autor: José Rui

Oficina de desenho

Oficina de desenho

Dias 4 e 5 abril, das 18h às 20h. Imperdível. Mais info e inscrições ateliertrestres [arroba] gmail [ponto] com.

Com organização do atelier 3|3, vamos ter o Dedo Cativo numa oficina de desenho manual para Riso, vindo de Lisboa vai estar a um palmo de distância de quem quiser com ele aprender e experimentar!
Desenhar manualmente, justapondo cores, texturas, traços, manchas, borrões e assumindo as falhas de registo face as possíveis coincidências descoincidentes. Iremos assim percepcionar as potencialidades de desenhar que a técnica de impressão em Riso reproduz, em média ou grande tiragem e a uma velocidade estonteante, conservando o carácter único do desenho.

O formador, Dedo Cativo — Dedo Mau, vive em Lisboa, trabalha como ilustrador por conta própria.
A ilustração surge do hábito de andar com um bloco, de desenhar, anotar frases, ideias e pequenas considerações (algumas lidas ou ouvidas). O trabalho mais pessoal é a materialização em desenho destas anotações.
Profissionalmente ilustra: livros, publicações culturais, publicações independentes, materiais para serviços educativos, embalagens, revistas, posters, fanzines, encomendas privadas (originais, serigrafias, pinturas murais e paredes interiores/exteriores). Para além de ilustrações em formato digital, utiliza a serigrafia, a tipografia, a gravura, os spray, os pincéis, as canetas e outros riscadores. Dá formação de serigrafia na associação Oficina do Cego (Lisboa).

Filipe Abranches

Filipe Abranches
(Fotografia de Júlio Eme.)

Filipe Abranches [n.1965, Lisboa] Licenciado em Realização pelo curso de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC). Professor no departamento de Ilustração/Banda Desenhada do Ar.Co. Foi docente da ESAP/Guimarães (Escola Superior Artística do Porto – Pólo de Guimarães) entre 2006 e 2008, tendo aí sido o coordenador do primeiro Mestrado em Ilustração do país. Iniciou a actividade em bd na revista LX Comics no início dos anos 90. É ilustrador do semanário Expresso e publicou ilustrações em diversos jornais: Público, Le Monde (França), O Independente e jornal I. Destacam-se os seguintes álbuns de banda desenhada publicados: História de Lisboa, O Diário de K. e Solo. Na área dos filmes de animação ganhou o prémio Restart de melhor realização de curta-metragem portuguesa no Festival IndieLisboa 2009, com os “Pássaros”. Realizou outra curta-metragem de animação “Sanguetinta”, que estreou no Curtas de Vila do Conde. Foi-lhe atribuído em 2011 o terceiro apoio do ICA, uma animação de 15 minutos “Chatear-me-ia morrer tão joveeeeem…” Este filme teve a sua estreia internacional no IndieLisboa 2016, tendo obtido diversos prémios no estrangeiro (Sommets du cinéma d’animation/ Festival international de Montréal – 2016: Grand Prix de la compétition internationale) e em Portugal (Caminhos do Cinema Português 2016: Grande Prémio da Selecção Oficial), (Monstra 2017: Melhor curta portuguesa).

Exposição

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