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Previews de Setembro de 2025

Como explicamos em Agosto, com a extinção do catálogo Previews, as pré-encomendas devem de ser com base nestes catálogos.

Aqui ficam os de Setembro, com títulos previstos para Novembro (que, como é habitual, podem chegar em Novembro — ou mais tarde).

Boom! Studios

Dark Horse

DC

DSTLRY

IDW

Image

Marvel

Next Phase

Penguin Random House (outras editoras)

Previews

Titan

Previews de Agosto de 2025

Com a efectiva falência da Diamond — a nossa distribuidora principal (embora não tenha sido a de sempre: a primeira, também extinta, foi a Capital City) — chega igualmente ao fim o catálogo Previews em papel e uma era com mais de 40 anos. O catálogo em PDF é uma pequena sombra do original.

O Advance Comics, catálogo da Capital City, iniciou-se em 1984; o Previews surgiu em 1988 e acabou por se tornar dominante. O sistema não era perfeito, mas desconfiamos que vamos todos ter saudades.

Neste momento, o processo de encomenda tornou-se bastante mais complexo, envolvendo uma dezena (ou mais) de fornecedores, sem contar com as pequenas editoras que ficaram subitamente sem casa.

A nossa solução para os tempos mais próximos será publicar os catálogos das diversas editoras e distribuidoras, tentando ajudar os nossos amigos e clientes a descobrir o que realmente vale a pena no meio da confusão.

Aqui ficam os catálogos de Agosto, com títulos previstos para Outubro (mas que, como é habitual, podem chegar apenas em Novembro — ou mais tarde).

Boom! Studios

Dark Horse

DC Comics

DSTLRY

IDW

Image

Lunar (outras editoras)

Marvel

Penguin Random House (outras editoras)

Previews

Titan

Vírus

Virus

Avisamos os nossos estimados clientes que, apesar de continuarmos abertos e de estarmos a ter todos os cuidados higiénicos necessários, devido à situação que atravessamos, se não desejarem ou não puderem deslocar-se à loja, enviamos as encomendas ou qualquer artigo para casa através da transportadora MRW. É crucial para nós que continuem activos como clientes. Podem contactar-nos por telefone, messenger (Facebook) ou para o nosso e-mail.
Seguindo as novas directivas das autoridades de saúde, preferíamos que voluntariamente esperassem um pouco e não entrassem se repararem que já estão presentes quatro clientes. Na nossa livraria toda a gente se conhece e por muito que nos agrade conversar, vamos incentivar amigos e clientes a permanecer pouco tempo. Consideramos que todos nos devemos proteger e a quem nos rodeia, designadamente as pessoas mais vulneráveis, mas lembramos que estamos no século XXI, compreendemos o que está a acontecer e o que devemos fazer, os cuidados a ter e a disciplina necessária. Sem querer participar em discussões fora do nosso âmbito, é importante manter a actividade, como outros a mantêm para que a sociedade funcione. Estas medidas permitem-nos ganhar tempo que se vai revelar fundamental para ultrapassar esta crise.
Ao ficar em casa, também podem encontrar mais de 6.500 comics na nossa página, que continua a crescer neste preciso momento.
A mini-série Virus foi publicada pela Dark Horse em 1992 com argumento de Chuck Pfarrer e arte de Howard Cobb e Jimmy Palmiotti. Foi adaptado para o cinema em 1999.

Meses depois

16326Achei que seria porreiro no meio destas minhas resenhas críticas no sítio da Mundo Fantasma escrever uns “anexos” aos livros, sobretudo porque há muita BD que se publica em vários volumes, o que obrigaria a ter uma escrita repetitiva ou desactualizada à medida da leitura de novos “números” desta (enorme) tradição de folhetim na BD, válida para o Hip Hop Family Tree como para os tradicionais “comic-books” de diversão pura e dura.

E falando destes… Há meses atrás comentei sobre o primeiro volume da “Academia do Guarda-Chuva” e como aquilo soava a “star-system” do pior. Um gajo famoso, um Rock Star, mete-se a escrever BD só porque… é famoso. Se no primeiro volume, “Suite do Apocalipse, o Gerard Way não apresentava razões de ser diferente à mediocridade da indústria norte-americana já Dallas (Dark Horse; 2009), a segunda colecção da série, é muito mais convincente e até engulo um sapo se for preciso em relação ao vocalista xunguita loiro platinado dos My Chemical Romance.

O(s) “plot(s)” tornaram-se imprevisíveis e Way abusa de forma positiva aquela máxima dos “super-heróis” em que quanto tudo mais muda mais tudo fica na mesma. Se esta família de super-heróis disfuncionais não transmitem nenhuma empatia com o leitor (será porque tenho 43 anos?), por outro lado ou por isso mesmo, tornam-se em personagens extremamente maleáveis para se aplicar a extravagância que se quiser. Foi o que Way fez. Resulta numa diversão inteligente q.b. mesmo com rapinanços como a cena pós-vida de Séance com um cowboy é um bocado como os encontros com o John Wayne na série Preacher (de Garth Ennis) ou é impressão minha?

Depois há toda a vacuidade que os americanos tratam os seus traumas políticos (a guerra do Vietname e o assassinato de John F. Kennedy) para que não se pense muito sobre os assuntos, limitando a reduzi-los a um imaginário Pop. Ainda assim Dallas é perfeito para no sofá domingueiro ou para quem vai de manhã no Metro acompanhado pelos nossos cidadãos que falam altíssimo ao telemóvel — dá para perceber tudo ainda assim!

Sobre o grafismo de Bá, nada a declarar.

Vá, aumento uma estrela na pontuação! Ou um sapo…