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Sugestões #69

Encomenda de Março 2016

Encomenda de Março 2016
Uma galeria de caixas.

Com atraso, mas com muitas sugestões que foram anunciadas neste pequeno mês, este ano não tão pequeno.
Aproveitem para visitar a livraria pois Fevereiro foi recheado de muitas novidades e a encomenda de Março já chegou e foi a maior de sempre. Voltamos a ter protecções para comics de todos os tamanhos, para revistas, mangá, novels… longboxes com fartura também. E Pops!. E principalmente muitos livros! Boas leituras!

Marvel para assinatura

Black Panther #1

Por Ta-Nehisi Coates e Brian Stelfreeze. O regresso de T’challa como Black Panther, monarca de Wakanda. O país africano conhecido pela sua riqueza, avanço tecnológico e tradições guerreiras. Tudo isto sempre foi um reflexo dos seus monarcas, os Black Panthers. Agora o actual Black Panther vai ser testado por um grupo terrorista super-humano, auto-denominado People, que iniciou uma violenta revolução entre os cidadãos de Wakanda. T’Challa sabe que o país tem de mudar para sobreviver, mas a questão é se o Black Panther vai sobreviver à mudança?

Star Wars: Poe Dameron #1

Por Charles Soule e Phil Noto. Poe Dameron, ex-piloto da República, actual piloto da Resistência, o melhor piloto da galáxia. Escolhido pela General Leia Organa para comandar um esquadrão numa missão secreta e vital para a Resistência. Poe vai investigar locais de importância histórica para a Força.

Gwenpool #1

Por Christopher Hastings e Gurihiru. Gwen Poole era apenas uma normal leitora de comics, até que acordou num mundo onde os personagens que ela lia pareciam ser reais. Mas não podem ser? Isto tem de ser uma partida, ou um sonho, ou alguma coisa? E isto significa que não existem consequências. Será que Gwenpool poderá tornar-se a mais irresponsável e pior heroína da Marvel de sempre? Sem dúvida! Basta tentar!

Moon Knight #1

Por Jeff Lemire e Greg Smallwood. Marc Spector, ou Moon Knight, ou Jake Lockley ou Steven Grant, tem enfrentado criminosos e mantido a cidade de Nova Iorque segura durante anos, ou será que não? Quando ele acorda num hospício sem poderes e uma vida de relatórios médicos, a sua identidade ou identidades são postas em causa. Algo está errado, mas será esse algo o próprio Marc Spector?

Empress #1 (de 7)

Por Mark Millar e Stuart Immonen. Imagina que estás casada com o pior vilão do teu filme favorito de ficção científica, um ditador temido por todo universo, que te mata se o deixares. Mas que tens de o fazer por causa das tuas três crianças. Tudo o que tens é a tua inteligência, o teu guarda-costas e três armas. Bem-vindos ao universo de Empress!

Dark Horse

How to to Talk to Girls at Parties HC

Por Neil Gaiman, Gabriel Ba e Fábio Moon. Dois jovens adolescentes vão apanhar um grande choque, quando invadem uma festa onde as raparigas são mais do que parecem ser. O mistério das mulheres e dois adolescentes bem tramados com esse mistério.

Dark Horse para assinatura

Aliens: Defiance #1

Por Brian Wood e Tristan Jones. Enfrentando fantasmas do passado enquanto luta pela sua vida, a Colonial Marine Zula Hendricks, na companhia de sintéticos da Weyland-Yutani, é forçada a questionar a sua força e lealdade, quando descobre uma insidiosa espécie alienígena nos destroços de uma nave.

Image para assinatura

Black Road #1

Por Brian Wood, Garry Brown e Dave McCaig. Conheçam Magnus o Negro, nem limpo, nem sóbrio, nem cristão ou pagão, mas é um homem de palavra. Quando um oficial sob a sua protecção é brutalmente assassinado, Magnus vai no encalço dos assassinos até aos limites gelados da Noruega.

Fix #1

Por Nick Spencer e Steve Lieber. Esta é uma história sobre polícias corruptos, mafiosos com planos e políticos rascas que lideram as coisas. E sobre o brinquedo sexual que os pode destruir. E o herói é um beagle que detecta drogas chamado Pretzels.

DC

Harley Quinn and Suicide Squad April’s Fool Special #1

Por Rob Williams, Jim Lee e Scott Williams. A doutora Harleen Frances Quinzel, dá as boas-vindas ao Evil Anonymous, um grupo de apoio para super-vilões com problemas. Onde nenhum problema é insano demais, ou homicida, onde a discrição é assegurada, e dependendo da princesa palhaço, podemos garantir que não existe. Mas quando a Harley Quinn começa a usar os seus pacientes nos seus esquemas diabólicos contras eles, o que acontece é que ela descobre que é alvo de uma maior e mais perigosa piada mortal.

Dark Knight: A True Batman Story HC

Por Paul Dini e Eduardo Risso. Nesta graphic novel original vemos o Cavaleiro das Trevas com novas cores, como o salvador que ajuda um homem traumatizado depois de um brutal ataque que o deixou incapaz de enfrentar o mundo. Na década de 90, Paul Dini tinha uma carreira fantástica como escritor da popular série Batman: The Animated Series. A caminho de casa numa noite, ele foi atacado e espancado selvaticamente quase até à morte. A sua recuperação morosa, foi ajudada pelas diabruras do Joker, Harley Quinn e Penguin e principalmente do Batman, enquanto os escrevia para a TV. Esta é uma obra autobiográfica da luta de Dini para ultrapassar uma situação desesperada.

Drawn & Quarterly

Mary Wept Over the Feet of Jesus HC

Por Chester Brown. Esta é uma interpretação polémica da Bíblia, que será sem dúvida um dos temas mais falados de 2016. Esta obra é o recontar em comics de nove histórias bíblicas que apresentam a tese de Chester Brown sobre a representação da prostituição na Bíblia. Aqui teremos ligações entre Bathsheba, Ruth Rahab, Tamar, Mary of Bethany e a Virgem Mary e os limites dos códigos morais cristãos, ao examinar as implicações culturais das representações do sexo.

NBM

Guardians of the Louvre HC

Por Jiro Taniguchi. Após uma viagem em grupo pela Europa, um designer japonês visita Paris sozinho com a intenção de visitar museus da capital. Mas, deitado com febre na cama do hotel, ele enfrenta a solidão de estar doente num país estrangeiro, sem recurso de alguma ajuda imediata de familiares. Quando a febre diminui, ele vai imediatamente visitar o Louvre, onde se perde nas suas diversas facetas humanas, históricas e artísticas.

IDW

Dungeons and Dragons #1

Por Jim Zub e Nelson Daniel. Minsc e Boo estão de volta! E a vida nunca esteve tão complicada. Forças misteriosas atraem a atenção do lendário ranger e do seu grupo para Ravenloft, que é apenas a dimensão do terror, onde vão dar de cara com zombies na terra da noite eterna.

Umbrella Academy

Argumento de Gerard Way, desenho de Gabriel Bá.

Umbrella Academy

Umbrella Academy

Umbrella Academy

Disclaimer

A sério que queria perceber porque se fala tanto deste livro… E tentei, depois de duas décadas sem mexer no fosso imundo dos super-heróis e afins, lá comprei a edição portuguesa (Este texto refere-se à edição portuguesa embora as fotografias sejam da edição americana da Dark Horse que comercializamos)) da primeira compilação de Umbrella Academy, que junta a equipa criativa (pfffff) Gerard Way, o vocalista dos xoninhas My Chemical Romance (MCR), com o desenhador brasileiro Gabriel Bá – que já esteve presente na galeria da Mundo Fantasma.

Ao pegar no presente volume, mais do que um entretenimento puro e duro, o que vejo é um manual de cultura corporativista em que Grant Morrison, que abraçou a causa da trash culture, defende esta treta usando até o termo “ética do trabalho” para justificar a qualidade da BD. Isto num dos dois prefácios do livro, o primeiro é do desenhador Bá e serve para comemorar a edição portuguesa mas sem que ele tenha muito para dizer onde pouco há para contar, diga-se. O que Morrison alude é complementado com o posfácio Scott Allie (o editor original, dos EUA, da Dark horse) que também diz maravilhas como Way deu ao litro, entre turnês e outros compromissos com a sua banda – uma banda que teve sucesso à escala global – para escrever esta BD.

Admito que ver os vídeos e ouvir a música dos MCR dá-me asco, também eles corporativistas assumidos com fardetas Dark do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – mas que parecem antes fardas de super-heróis à lá X-Men dos filmes. A música é um insuportável Pop/Rock FM melódico que tanto podia confundir-se com o Punk/Pop dos Green Day como o Rock Teeny dos Tokyo Hotel. Péssimas referências estas duas. Os MCR ficam no meio delas. Visualmente Way é uma criatura horrorosa que faz caretas entre o mauzão demente (como mil bandas esquecidas do Nu Metal) e o tosco sedutor hermafrodita de um Glam Rock tardio. É música adocicada para jovens, subiu nos Tops de vendas sabe-se lá porquê. Quer dizer, a “ética do trabalho” significa muito para um país como os EUA. Passar de um media para outro também é bastante normal por aquele continente, basta ser famoso e rapidamente um “Rock star” vende pinturas, escreve livros, realiza filmes ou escreve para BD. Em 2007, o vocalista dos MCR meteu-se na BD, podia até correr bem e os (meus) preconceitos não serem fundamentados. E engoli-os para comprar este livro… mas não, isto não tem interesse nenhum e só assim se explica tantos prefácios e posfácios, para justificar o inevitável: it sucks!

Spoiler

O problema de Umbrella Academy (porque não traduzir “Academia Umbrella” já que “Academia Guarda-chuva” soa foleiro em ‘tuga?) não é um caso isolado. A produção norte-americana que se mantem com o conceito juvenil de fazer “comic-books” (a quem lhe chame de “floppies” agora) mensais parece ser um paradoxo gigantesco difícil de resolver. Só existe esta indústria de produção por causa das estruturas montadas vindas dos confins do século passado e porque os “comic-books” servem de motor para “trademarks” em que o verdadeiro “big money” é feito a posteriori quando uma série faz sucesso, é compilada em livro, transformada em “merchandising” e adaptada para cinema/televisão. No entanto, como formato para desenvolver narrativas interessantes mostra-se cada vez mais limitado e frustrante, a não ser que se seja um génio como o Alan Moore.

O mais estranho é saber que se fazem “deadlines” apertados para lançar estes fascículos mesmo quando é assumido que se trata de uma “mini-série”, ou seja, parece-me absurdo fazer “deadlines” muito próximos do real lançamento prás ruas quando não se trata de se alimentar uma série “eterna” como o Homem-Aranha que desde os anos 60 sai mensalmente, à qual não se pode falhar neste esforço contínuo. Os gringos assumem que trabalham num formato que não é só limitado fisicamente (cerca de 22 páginas a cores) como também o é temporalmente porque produzem num esquema de entregas mensal em cima do lançamento oficial invés de terem tudo pronto para depois publicarem mais tarde e sem “stresses”. Não me parece que os autores (se quisessem) possam sair desta caixa, ou sequer, lixar a caixa por dentro. Um sistema destes fazem do adágio “e a montanha pariu um rato” verdade, daí que acho esta série previsível de fasciculo em fascículo.

O que se vai ler (ou o que vai acontecer) é nos dado de forma tão óbvia que está-se mesmo a ver que a gaja da equipa destes super-heróis que teoricamente não tem superpoderes AFINAL é a que tem mais “powers”!!! E que o resto da equipa vai ter que lidar com ela quando esta se passar para o “outro lado” – aló Dark Phoenix Saga?

Teaser

Diz a sinopse que durante um acontecimento inexplicável, quarenta e três crianças foram geradas espontaneamente por mulheres que não apresentavam sinais de gravidez. Sete dessas crianças foram adoptadas por Sir Reginald Hargreeves e formaram a Umbrella Academy, uma família disfuncional de super-heróis com poderes bizarros. Na sua primeira aventura, essas crianças enfrentam uma Torre Eiffel enlouquecida. Quase uma década depois, a equipa separa-se, mas estes irmãos, desiludidos, reúnem-se a tempo de salvar o mundo outra vez. (…) Logo aqui soa a “homenagem” (uma forma cordial e industrial para dizer “rapinanço”) à Doom Patrol e aos X-Men, equipas de super-heróis bizarros e órfãos da Humanidade que um professor / doutor os reunirá sob a alçada da sua escola e protecção, para os colocar ao serviço do bem.

O universo que nos é dado a explorar trabalha com alguns flashbacks, em poucas coisas são explicadas para causar curiosidade aos leitores e futuros fãs mas não há nada aqui que crie mistério maior para empolgar seja quem for, a não ser que seja um leitor virgem ao género super-heróis. A excepção são as duas BDs fora da colecção que também se encontram neste livro que coleciona os seis primeiros números da série, esboços (so boring!!!) e essas duas BDs que eram “teasers” de promoção, lançadas antes da série sair oficialmente. São estas duas pequenas peças, “Mon dieu!” (de 2 páginas) e “…Mas o passado não perdoa.” (12p.) que mostram algum génio (foi sem querer?), piada e força do argumentista. A última, lançada como um Free Comic Book Day vemos um dos super-heróis desta família disfuncional que tem uns tentáculos, uma personagem extravagante visualmente e que não apareceu na história principal (another spoiler, sorry!) mas nem é por ele que tem piada, é justamente a esquizofrenia da acção toda que se passa nestes episódios, em que não há pontos de referência mas tudo avança para um absurdo de acção bastante divertida. Estes episódios mostram os dotes de Way como um bom manipulador da sua própria criação mitológica. Há que referir, já que tudo é explicado no livro, que estes “teasers” foram realmente feitos antes da série principal ter sido escrita. Ou seja, Way teve aquilo que se chama “sorte de principiante” e que depois foi-se esvaecendo…

Brouhaha

Os desenhos de Bá, feitos com profundos contrastes, lembram o estilo do Mike Mignola mas com mais expressividade que o criador de Hellboy. Suponho que o profissionalismo e “ética de trabalho” safe isto tudo embora acredite que se houvesse menos prazos para os autores, melhor seria o trabalho gráfico de Bá.

Por fim, lembro que nos finais dos anos 80 apareceu uma banda inglesa chamada Pop Will Eat Itself que é capaz de ser o melhor “nome-manifesto” para a música urbana pela forma autofágica como vemos as fórmulas repetirem-se até à exaustão, com uma indústria fonográfica a gastar mais dinheiro em promover lixo do que a incentivar à criação – aliás, como seria possível de outra forma? A “Academia do Guarda-Chuva” tem esse trago a derrota velha e acredito que a Devir tenha decidido publicar esta série para capitalizar o nome de um vocalista de uma “grande” (em dimensão) banda Pop/Rock naquela de trazer público generalista prá BD – e pode ser que daqui essas pessoas saltem para outros livros mais interessantes! É um bom golpe de publicidade, portanto, parabéns!

Sugestões #68

Batman 608, 609
Batman 608 e 609 assinados por Jim Lee e Jeph Loeb, descobertos recentemente no armazém.

Mais um ano, mais sugestões habituais, para começarmos bem 2016. Na livraria temos agora uma secção com mais de 1.000 back issues retiradas directamente do armazém. Nunca estiveram na livraria, estão em desordem, o preço é o do guia Overstreet e muitos são exemplares únicos. Também podem passar para apreciar as novidades que recebemos constantemente. Boas Leituras!

Marvel para assinatura

International Iron Man #1

Por Brian Michael Bendis e Alex Maleev. Quem é realmente Tony Stark? Desde que descobriu que foi adoptado em bebé, esta questão lançou uma sombra sobre a sua vida. Agora é tempo de descobrir qual é verdadeiramente o seu legado, uma jornada que levará Tony em novas direcções como homem e super-herói. Juntamente com o seu semi-aliado Doctor Doom, Iron Man vai descobrir novas coisas sobre o universo Marvel que ele não sabia que existiam antes.

Infinity Entity #1 (de 4)

Por Jim Starlin e Alan Davis. Da última vez que vimos Adam Warlock, ele era prisioneiro de Annihilus na Zona Negativa. Então onde o vamos agora encontrar? Em aventuras com os Avengers originais. Depois as coisas ficam estranhas, e acrescentemos os Guardians of the Galaxy à mistura e é a loucura total.

Black Widow #1

Por Chris Samnee e Mark Waid. Eis Black Widow a criminosa mais procurada pela SHIELD! Natasha passou anos a acumular segredos, e quando alguns dos mais negros começam misteriosamente a serem públicos, ninguém fica seguro. Com os traídos colegas da SHIELD nos seus calcanhares e uma vida de treino de recursos à sua disposição, Natasha está à procura de respostas. Esta é uma aventura intensa de espionagem, onde inimigos escondidos, velhos amigos e aliados inesperados colidem, e todos procuram a Black Widow. Que a perseguição comece!

Haunted Mansion #1 (de 5)

Por Joshua Williamson e Jorge Coelho. Parece uma mansão elegante no monte, mas de onde vem aquela música de órgão arrepiante? Será que os portões de ferro existem pra manter as pessoas fora, ou algumas coisas dentro? Prepara-te para conhecer os 999 fantasmas da Haunted Mansion, mas fica avisado que eles estão à procura do centésimo! Com arte do fabuloso Jorge Coelho!

Dark Horse

Lobster Johnson: The Forgotten Man (One-Shot)

Por Mike Mignola, John Arcudi e Peter Snejbjerg. Após o desaparecimento de um civl, Lobster Johnson é chamado para investigar um padre que pratica mais do que religião. O que ele está a cozinhar no tacho, não é nada comparado com o que ele esconde nos esgotos.

Dark Horse para assinatura

Predator: Life and Death #1 (de 4)

Por Dan Abnett e Brian Thies. Colonial Marines estão no planeta Tartarus numa batalha contra caçadores extraterrestres pela posse de uma misteriosa nave em forma de ferradura, de origem desconhecida. O representante da Weyland-Yutani quer a nave e a comandante dos marines, quer proteger a sua tripulação. Mas nenhum objectivo parece possível quando um bando de Predators ataca!

Shadow Glass #1

Por Aly Fell. Uma jovem estudante do maior oculista de Inglaterra, descobre que o seu verdadeiro pai está envolvido com o diabo. Quando Rose descobre que o homem que a educou não é o seu pai, ela ignora os avisos acerca dos terríveis segredos do seu passado e procura respostas do seu professor de infância, o Dr. John Dee, o ocultista conselheiro da rainha.

Image para assinatura

Circuit Breaker#1 (de 5)

Por Kevin McCarthy e Kyle Baker. Depois dos robots heróicos salvarem o Japão durante a IV Guerra Mundial, foram tornados ilegais e viram-se contra a humanidade, fazendo uma campanha de terror na última cidade da Terra. O seu criador constrói mais um soldado, disfarçado da sua neta adolescente, e a sua missão é destruir o terror mecânico. Mas ela começa a questionar a sua programação. Será que ela será a última esperança da humanidade, ou último prego no caixão?

Discipline #1

Por Peter Milligan e Leandro Fernandez. Entre as discussões com a sua irmã e odiar o seu marido, Melissa consegue arranjar tempo para se envolver sexualmente com um estranho, que é terrivelmente mais do que aparenta. O que parece ser um simples acto de sedução é revelado como algo mais negro e muito perigoso. Esta é uma história erótica de sexo e morte e metamorfose. E tudo começa numa explosão de carnalidade e loucura.

DC para assinatura

Suiciders: Kings of Hella #1 (de 6)

Por Lee Bermejo e Alessandro Vitti. Uma nova geração cresceu desde Great Quake, e pessoas como Trix e o seu irmão Johnny não sabem como era a vida antes de New Angeles ter sido destruída. Basta dizer, que eles têm de aprender a sobreviver dentro da cidade muralhada e particularmente na sua vizinhança. Johnny é o líder dos Kings of HelLA, uma gangue pronta a proteger o seu terreno, mas Johnny é capaz de ter ido longe demais quando se meteu com Leonard, um antigo Suicider conhecido como o Coyote. As coisas estão prestes a tornarem-se bem violentas. Entretanto Trix encontra o amor nos braços do melhor amigo de Johnny e o seu romance vai trazer sarilhos de outro tipo.

Drawn & Quarterly

Birth of Kitaro

Por Shigeru Mizuki. Contém sete histórias das aventuras iniciais do adorado personagem Kitaro. Uma excelente forma de introdução a uma obra que encantou várias gerações durante meio século.

Fantagraphics

Patience

Por Daniel Clowes. Esta é a primeira graphic novel de Daniel Clowes em mais de meia década. Patience é uma história de ficção-científica psicadélica de amor, que balança entre a destruição violenta e a profunda delicadeza pessoal. A maior obra a cores até à data de Clowes, que permite uma arte exuberante e surpreendente, para contar a sua mais inesperada e incrível história. Sem dúvida a graphic novel de 2016!

Sugestões #67

Tintin
Algumas das geniais figuras de Tintin. As monocromáticas incluem um pequeno livro de capa dura e custam 39,99€.

De volta tardiamente, mas ainda a tempo, com mais sugestões para 2016. Aproveitem para passar na livraria e apreciar as muitas e boas leituras à disposição nas prateleiras, assim como as novas figuras do Tintin que chegaram recentemente. Votos de um 2016 cheio de banda-desenhada e tudo o que mais desejam!

Marvel

Avengers Standoff: Welcome to Pleasant Hill #1 (One-Shot)

Por Nick Spencer e Mark Bagley. Este é o prelúdio para o próximo grande evento dos Avengers! Bem-vindos a Pleasant Hill, uma pequena e simpática cidade onde não existem problemas e o Sol brilha sempre. Assim esconde os teus olhos, não deixes que o observas, esconde-te se necessário, ou podes ficar bem queimado. Pleasant Hill é o tipo de local onde todos olham uns pelos outros, toda gente sabe onde estão os seus vizinhos. Mas quem és tu vizinho?

Marvel para assinatura

Spider-Man #1

Por Brian Michael Bendis e Sara Pichelli. Miles Morales já é super-heroi há algum tempo, mas depois das Secret Wars, ele torna-se membro dos Avengers. Balançando-se na companhia de Iron Man, Thor e Captain America, o que pode correr mal? Tudo! Em Nova Iorque existem muitos perigos! E o mais importante: o que aconteceu nos últimos oito meses?

Dark Horse

Last Dragons

Por Jane Yolen e Rebecca Guay. Duzentos anos atrás, os humanos afastaram os dragões das ilhas de May. Agora, o último dos dragões voa para lançar o caos, apenas com a filha dum curandeiro e um pretenso herói que lança papagaios de papel como adversários!

I Am a Hero Vol. 01 Omnibus

Por Kengo Hanazawa. Um artista de mangá com problemas mentais testemunha o inicio duma epidemia zombie em Tokyo, mas ele só tem a certeza de duas coisas: ele está destinado a ser o herói da cidade e possui algo muito raro no Japão, uma arma de fogo! Esta obra foi vencedora do prestigiado prémio Shogakukan Manga Award.

Dark Horse para assinatura

Hellboy and BPRD: 1953 – Beyond the Fences #1 (de 3)

Por Mike Mignola, Chris Roberson, Paolo Rivera e Joe Rivera. Uma misteriosa criatura caça crianças numa idílica cidade e o BPRD encontra mais do que estava à espera, quando a investigação começa a ser estranhamente familiar.

Image para assinatura

Mirrors #1

Por Emma Rios e Hwei Lim. Estas são as aventuras dum cão falante terrorista, dum mago idealista e dum heroico rato de laboratório em busca de aceitação. Um épico bizarro a não perder!

Snowfall #1

Por Joe Harris e Martin Morazzo. No ano 2045 já não neva. Nunca! Um desastre catastrófico deixou o clima num caos, a sociedade desfeita e os recém criados “Cooperative States of America” pela poderosa Hazeltyne Corporation controlam o clima. Apenas um homem faz uma guerra climática contra o sistema, controlando as forças da natureza como armas. Ele é o White Wizard, o fantasma na noite. Génio, terrorista, fora-da-lei, ou herói?

DC

Wonder Woman: Earth One HC

Por Grant Morrison e Yanick Paquette. Nesta graphic novel do universo Earth One, Grant Morrison e Yanick Paquette recriam a mítica personagem da DC envolvendo a visão do seu criador William Moulton Marston. Eis Diana que deseja libertar-se da sua mãe e da sociedade utópica da ilha Paraíso e descobrir o proibido mundo exterior. Os seus sonhos podem-se tornar realidade quando o piloto da força aérea Steve Trevor despenha-se na costa da ilha, e ela terá de desafiar as leis das Amazonas para o devolver ao seu mundo. Será que está pronta para o choque cultural que aguarda na América? Será que o mundo está preparado para esta Wonder Woman?

Dark Knight Returns: The Last Crusade #1 (One-shot)

Por Frank Miller, Brian Azzarello, John Romita e Bill Sienkiewicz. Antes do Dark Knight regressar, havia o Joker, Poison Ivy, Selina Kyle e o último Robin. Esta é a sua tragédia.

DC para assinatura

Batman: Arkham Knight Batgirl – Harley Quinn #1

Por Tim Seeley, Matthew Clark e companhia. Duas novas histórias no universo Arkham, em que temos a origem da Batgirl e as primeiras travessuras de Harley Quinn!