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Da perspectiva de um colorista: Apagado

Conan the Barbarian
Conan the Barbarian de Roy Thomas, John Buscema e C. Bunkers. Publicado originalmente em 1974 e a reedição de 2019.

O legado dos grandes colorista das épocas de ouro, prata e bronze dos comics americanos está a ser sistematicamente apagado pela forma descuidada como esses comics são re-coloridos e reeditados, maioritariamente pelas editoras principais. Isto é particularmente infeliz para os artistas que coloriam o seu próprio trabalho como Barry Windsor-Smith, Neal Adam, Tom Palmer ou Klaus Janson. E ainda mais para mulheres pioneiras como Glynis Wein e Marie Severin que coloriram com sensibilidade uma miríade de histórias de banda desenhada. As cores berrantes das reedições não representam de forma nenhuma a aparência que estes comics pretendiam. Destoem a harmonia cromática e eliminam a ambiência. É uma vergonha e no entanto estamos neste pé.